Pesquisadora utiliza inteligência artificial para identificar gatilhos genéticos em doenças infecciosas
IA ajuda a encontrar moléculas que desencadeiam doenças graves em humanos.
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A utilização da inteligência artificial (IA) na pesquisa científica tem sido cada vez mais comum, e um exemplo disso é o uso da ferramenta Co-Scientist pela professora Clare Bryant, da Universidade de Cambridge. Ela está utilizando essa ferramenta para identificar os gatilhos genéticos que desencadeiam doenças graves em humanos, como a sepsis, quando patógenos saltam de animais para humanos.
A professora Bryant começou testando a ferramenta Co-Scientist com um resumo de uma de suas propostas de pesquisa sobre a gripe em aves e humanos. A ferramenta gerou e classificou um conjunto de hipóteses promissoras, incluindo algumas que ela já havia considerado e outras que não. As hipóteses desconhecidas foram as mais provocativas e estimularam sua curiosidade.
Quando a proposta foi aprovada, a professora Bryant alimentou a ferramenta com a proposta detalhada e, posteriormente, ao ler as saídas da ferramenta em um trem a caminho de Bruxelas, teve um momento de "eureca!": a Co-Scientist havia priorizado uma proteína que não estava em seu radar, conectada a várias vias de sinalização que ela já estava interessada. Ela passou o resto da semana ansiosa para fornecer mais dados à ferramenta.
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De volta ao seu laboratório, a professora Bryant adicionou material não publicado, mantido confidencial dentro da Co-Scientist. Com cada interação, as hipóteses se tornaram mais precisas, passando de proteínas candidatas para aminoácidos específicos que seu laboratório poderia focar em experimentos. A equipe da professora Bryant está agora construindo linhas celulares contendo as mutações de aminoácidos para testar as hipóteses refinadas.
A utilização da Co-Scientist permitiu que a equipe da professora Bryant avançasse rapidamente em sua pesquisa. Normalmente, levaria dois a três anos de trabalho experimental para chegar ao ponto de identificar aminoácidos precisos, mas agora eles estão no caminho para concluir isso em seis meses, se o trabalho com a Co-Scientist os levou aos alvos certos.
A ferramenta Co-Scientist reúne toda a literatura publicada e recursos online para ajudar a pesquisadora a fazer perguntas mais precisas. Ela captura o que a pesquisadora poderia perder em um campo rico em dados e ajuda a priorizar, para que sua equipe possa se concentrar em responder às perguntas certas no laboratório.
A utilização da IA na pesquisa científica, como no caso da Co-Scientist, pode acelerar significativamente o processo de descoberta e inovação. Isso pode ter um impacto profundo na forma como as doenças são tratadas e prevenidas, e pode levar a avanços importantes em áreas como a medicina e a saúde pública. Além disso, a colaboração entre cientistas e especialistas em IA pode levar a novas abordagens e soluções inovadoras para problemas complexos.
No entanto, é importante notar que a IA não substitui a expertise humana, mas sim a complementa. A professora Bryant enfatiza que a Co-Scientist é uma ferramenta que ajuda a priorizar e a focar em áreas específicas de pesquisa, mas que a interpretação e a validação dos resultados ainda dependem da expertise humana.
Em resumo, a utilização da IA na pesquisa científica, como no caso da Co-Scientist, pode ser um poderoso aliado para os cientistas, permitindo que eles avancem mais rapidamente em sua pesquisa e encontrem soluções inovadoras para problemas complexos.
Fontes
Esta análise é original do i-a-trend e foi elaborada a partir das reportagens publicadas pelas fontes acima, consultadas para apuração dos fatos. O crédito pela apuração é dos veículos citados — recomendamos a leitura das matérias originais.
Texto produzido com apoio de inteligência artificial e publicado sob responsabilidade editorial do i-a-trend. Encontrou um erro? Escreva para contato@i-a-trend.com.
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